a-revolucao-pendente-1Na quarta-feira dia 22 de outubro de 2008, às 19:30 hh., Estaleiro Editora apresentarou em Santiago de Compostela, na Sala de Graus da Faculdade de Filosofia da USC A Revolução Pendente, Feminismo e Democracia. Este trabalho, da autoria do investigador galego Carlos Diegues, inaugurava a coleção de ensaio deste coletivo de edição livre e efetivava a vontade dos editores de representar um espaço editorial de liberdade a respeito da questão normativa para o galego.

Para lembrar este evento, publicamos agora algumas fotografias do mesmo e o cartaz informativo.

O ato contou com a presença de Carlos Diegues, acompanhado pela professora de Filosofia Moral e Política da USC, a Doutora Maria Xosé Agra, autora do prólogo do livro e Iria Sobrino, membro fundador de Estaleiro Editora e representante neste ato do coletivo editorial.

A Revolução Pendente supõe, em palavras de María Xosé Agra no texto do prefácio, “uma aposta pensada e madurecida, daí que o grande mérito do autor seja conectar as suas preocupações éticas e políticas práticas com a reflexão teórica, sendo capaz de transmiti-las com paixão e com rigor”. Neste trabalho, Carlos Diegues, situa com precisão o debate sobre o reconhecimento gerado no interior da teoria feminista para explicar, com posterioridade, como se passou de entender a identidade como um direito à diferença (multiculturalismo) para compreender o reconhecimento das diferenças como um elemento fundamental de justiça social, isto é, de luta contra aquelas condições socioeconómicas que relegam as mulheres para uma posição subordinada.

Contribui assim Estaleiro Editora para um dos seus objetivos principais, a difusão de pensamento crítico, com a consciência de que o Reconhecimento pode representar, em palavras do autor, uma contribuição “para a construção de uma alternativa política coerente e global, crítica com um processo globalizador que castiga de maneira especial as mulheres, em forma de violência, de exclusão da cidadania plena e de feminização da pobreza”.

Esta nova obra, como as anteriores de Estaleiro Editora, para além de poder ser adquirida nos pontos habituais de distribuição do projeto, estará disponível no sítio web www.estaleiroeditora.org para a sua descarga gratuita.

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festa_estaleirodec08A editorial independente galega Estaleiro Editora celebrará, o próximo mércores 17 de decembro a primeira edición de fESTALEIRO, festa por unha cultura libre. A festa celebrarase no pub Tarasca de Santiago de Compostela (R. Entremuros 13) dende as 22:00 h.

A entrada á festa é gatuíta e haberá sorteos de livros de Estaleiro Editora e de outras editoras independentes, discos editados sob licencias libres e outro material.

A festa contará coas actuacións dos grupos The Name e Ataque Escampe. A banda de rock de serie B celebra tamén, con este concerto, a despedida da súa exitosa xira “A invención da pólvora”.

Estaleiro Editora pretende, con este acto, divulgar diferentes manifestacións artísticas do ámbito da cultura libre e a creación de espacios en que difundir o seus materiais, alternativos ao circuito oficial da literatura e do pensamento subsidiados.

Lembramos que, coa intención de fomentar o consumo dos seus produtos culturais, o estaleiro coloca todos os seus produtos no seu web, www.estaleiroeditora.org, para descarga libre e gratuíta.

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gomes-gaioso-010No Centro Social Gomes Gaioso, em Monte Alto, A Corunha, celebrou-se, no passado dia 22 de Novembro, um acto em que estiveram presentes vários membros de Estaleiro Editora com uma selecção da sua incipiente produção, e em que se apresentou o livro A Revolução pendente. Feminismo e democracia.


Antes do começo do acto a Editora oferecia os seus bens culturais a preços económicos.

Às 20:00 organizou-se uma mesa conformada por três pessoas, o autor de A Revolução pendente. Feminismo e democracia, Carlos Diegues, Iria Sobrino representando a Estaleiro Editora e o representante do próprio centro social, Ramiro Vidal, que fez uma breve apresentação para inaugurar o evento.

Iria Sobrino realizou achegou ao público o projecto editorial, explicando as suas origens, funcionamento e o seu caracter plurinormativo. A continuação, C. Diegues embarcou-se numa descrição da trajectória do livro, seguida de uma aproximação geral do pensamento crítico feminista, incidindo, ao final, na praxe deste aparato teórico, produto das múltiplas modificações que experimentou o feminismo na última metade do século XX. Fruto das suas conclusões, suscitou-se um interessante debate.

Para ler a notícia deste acto no blogue do C. S. Gomes Gaioso, aqui.

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fsg1 Com a colaboração do Centro Social Mádia Leva, Estaleiro Editora apresentará, no Foro Social Galego, o seu projecto editorial e alguma das suas últimas novidades.

No “Espaço de Comunicação”, o acto terá lugar entre as 12:00 as 12:30 de amanhã, dia 6 de Dezembro, na sala 5 da Faculdade de Filologia da Universidade de Santiago de Compostela.

Para saber mais do FSG clica aqui.

Para conhecer o programa do FSG clica aqui.

O sábado 4 de Outubro Estaleiro Editora teve um pretexto para ir à Pedra, a zona velha de Vigo. Havia um convite de Raquel Paz, responsável pela Comissão de Língua do C.S. A Revolta, quem mostrara o seu interesse por incluir nas actividades do centro uma apresentação do seu projecto editorial. Tal interesse derivava do firme compromisso da editora com a língua do país e ainda, do seu respeito pela escolha normativa dos autores ou autoras. Aliás, esse dia foi a primeira oportunidade para apresentar em sociedade o que hoje continua a ser o livro mais recente de Estaleiro (e primeiro número da série de ensaio), A revolução pendente. Feminismo e Democracia. Junto a Estaleiro, representada na ocasião por Alba Viñas, e para além de Raquel Paz (revisora, aliás, do livro), esteve o autor do livro, Carlos Diegues.

O acto começou um bocado tarde, passadas as nove da noite, embora não tardasse em captar o interesse do público habitual do centro; nesse sentido, Estaleiro beneficiou-se da convocatória de actividades anteriores e posteriores. Por isso, na medida em que avançava a palestra, o local ia enchendo-se cada vez mais. Alba Viñas, a representante de Estaleiro, expôs durante uns dez minutos as linhas básicas do projecto editorial, e nos quinze minutos seguintes, Diegues analisou as chaves do seu livro, tentando suscitar no público uma série de questões para o debate, que afinal foi bastante animado. Falou-se, por só lembrar algum dos pontos fortes, da relação entre o feminismo e outras ideologias, como o socialismo, da compreensão do conceito de democracia, do papel da utopia no movimento feminista, e outros, o qual alongou o encontro fora do tempo inicialmente marcado. Viu-se, pois, que o projecto editorial e o livro gozaram da aceitação geral; por isso, Estaleiro Editora valoriza a presença em Vigo como um autêntico sucesso, para o centro social, a Revolta, para o autor e, naturalmente, para a própria Estaleiro.